terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O que teve no 58th GRAMMYs

Lacre 1

O Grammy 2016 começou com a apresentação da atual música de trabalho de Taylor Swift "Out of the Woods", mas o lacre maior pra mim foi seu discurso após vencer o prêmio de "Álbum do Ano". Taylor deu um chega pra lá no Kanye West, que dias atrás lançou a música "Famous" onde diz "I feel like me and Taylor might still have sex. Why? I made that bitch famous".


Mulheres, tem gente que vai aparecer pelo seu caminho tentando diminuir seu sucesso e tomar crédito pelos seus feitos ou pela sua fama. Mas se você se concentrar apenas no seu trabalho e não deixar essas pessoas te atrapalharem, algum dia, quando você chegar onde quer, você vai olhar em volta e vai saber que foi você e as pessoas que ama que te colocaram lá, e será o maior sentimento do mundo“ #chupakanye

Lacre 2

Lady Gaga é uma artista completa e mais uma vez provou isso ao fazer dupla homenagem à David Bowie. Primeiro chegou vestindo uma versão do figurino de Ziggy Stardust, assinada por Marc Jacobs; depois apresentou diversas décadas no mesmo palco em uma homenagem épica. 







Não consegui subir o vídeo completo, mas olha aqui o lacre


Lacre 3

O tributo a Lionel Richie me deu vontade de levantar e começar a dançar. Incrível! Os sucessos "Hello", "Penny Lover", "You Are The Sun, You Are The Tain" e "Brick House" foram apresentados por John Legend, Demi Lovato, Meghan Trainor, Luke Bryan e Tyse Gibson. 



Lacre 4

Uma brasileira ganhou o Grammy! A pianista Eliane Elias foi a única brasileira a vencer um Grammy. Seu disco "Made in Brazil" foi o escolhido na categoria de melhor álbum de jazz latino.






sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Para ouvir: Angus and Julia Stone

Um dia ao entrar no site de uma loja começou a tocar a música tema da campanha, graças ao Shazam descobri que tratava-se do cover da música Bloodbuzz Ohio... 



Instantaneamente me apaixonei pela voz da interprete. Tratava-se de Julia Stone. Comecei então a procurar no Youtube suas músicas e dei de cara com o dueto mais encantador que já encontrei... Angus e Julia Stone! Irmãos de Newport, Austrália possuem DNA musical herdado de seu pai. 
Ambos já trabalharam em carreira solo, mas mantem a parceria que rende um delicioso som indie folk. Suas letras causam uma sensação de identificação. Gosto de ouvir as músicas viajando ou quando estou sozinha, afinal me trazem conforto. Com essa dupla nunca estou sozinha.





Muito amor ao vivo!


Em 2015 fariam uma turnê pela América Latina, mas devido um conflito de agenda cancelaram. Espera-se que venham agora em 2016, até lá da para conhecer melhor a banda! 



sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Sobre resoluções de ano novo

Receita de Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido
(mal vivido ou talvez sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?).
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto da esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


Carlos Drummond de Andrade. Texto extraído do "Jornal do Brasil", Dezembro/1997.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

A experiência do suco verde

Com essa "onda fitness" fica praticamente impossível abrir a internet e não se deparar com uma dica de alimentação saudável, exercícios, segredos de blogueira fitness etc.
Eu até que me preocupo com a alimentação, mas parece que nunca é o bastante. Tento seguir uma dieta passada por uma nutricionista mas nunca consegui fazer 100%. Um dos itens que sempre deixei de lado foi o tal do suco verde.



Dai que com a "onda fitness" vieram os sites de alimentação saudável a pronta entrega, tudo lindo e aparentemente gostoso. Sites que por sinal vivem sendo recomendados pelas tais blogueiras fitness. Um dia, eu em um momento "preciso fazer a dieta dar certo" resolvi fazer uma compra de suco verde em um desses sites já que um dos principais motivos pra nunca ter incluído na minha rotina era o trabalho em fazer.
Chega o tal do suco verde "maravida"....
Pode ser saudável, pode fazer milagres, pode mil coisas..... eita negócio ruim! Eu não tenho paladar infantil, não tenho frescura pra comer nem nada do tipo. Simplesmente não rolou. 



Ser saudável é ótimo, mas temos que ver até que ponto estamos dispostos a largar pequenos prazeres do dia-a-dia para mergulharmos nessa loucura (sim, pra mim suco verde é uma loucura e não adianta falar pra colocar um melzinho pra adoçar).
Agora volto para minha dieta mais ou menos, com a certeza de que nada substitui meu café com leite

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Gratidão

gratidão
substantivo feminino
  1. 1.
    qualidade de quem é grato.
  2. 2.
    reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.; agradecimento.



Hoje acordei pensando em gratidão e durante todo o meu dia parei para avaliar minhas falas e ações. Por que temos tanta necessidade em olhar apenas o lado ruim das coisas? De reclamar? Será que nossa vida é tão ruim assim?



Ao encostarmos nossa cabeça no travesseiro antes de dormir e revisarmos o nosso dia será que não há nada que possa ser tirado como proveitoso?


Mudar nosso olhar transforma nossa vida. Senti isso na minha. É uma mudança difícil mas que nos renova. Agradecer pelas pequenas coisas, inclusive por coisas ruins que serviram de aprendizado! 
Acredito no poder do pensamento, atraímos coisas boas se pensamos em coisas boas. Recebemos bençãos se soubermos valorizar cada instante de nossa vida.

Pense nisso e talvez sua vida se torne melhor. Em alguns momentos baterá um desanimo mas logo ele passa. O importante é acreditar que tudo pode melhorar e agradecer sempre!





Obrigada Deus (ou universo, caso Nele não acredite) pela vida, pela oportunidade diária de fazer melhor, pelos amigos, pela família e pelos ensinamentos que a vida nos traz.

E você já agradeceu hoje?


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Como você se define?

Imagine se sentir entediado e entrar na internet para ver alguns vídeos de música. Um te chama a atenção, chama-se “A mulher mais feia do mundo”. Ao clicar você se depara com um vídeo de poucos segundos sobre você, com mais de 4 milhões de visualizações e inúmeros comentários horríveis de pessoas que sequer a conhecem dizendo para você se matar.
Essa situação aconteceu com a norte-americana Lizzie Velasquez quando tinha 17 anos. Nascida com lipodistrofia e a síndrome de Marfan, ela é incapaz de ganhar peso independente do quanto coma. Aos 26 anos mede 1,57 e pesa menos de 30 quilos. Totalmente cega do olho direito e com apenas visão parcial do olho esquerdo, cresceu entrando e saindo de hospitais. Lizzie sofreu bullying toda sua vida, foi vítima da internet, possui uma condição de saúde delicadíssima e ao invés de seguir os comentários maldosos que estavam naquele vídeo, resolveu superar seus problemas com o apoio de sua família.


Estudou, formou-se em Estudos da Comunicação na Universidade Estadual do Texas, lançou os livros “Be Beautiful, Be You”; “Choosing Happiness”; é co-autora de “Lizzie Beautiful, The Lizzie Valasquez story”, e realizou o sonho de se tornar uma palestrante motivacional. De vítima à ativista Lizzie terá sua jornada contada no documentário “A Brave Heart: The Lizzie Velasquez Story”, ainda sem data de estreia para o Brasil.


Lizzie é um exemplo de superação. Com uma doença rara e sofrendo bullying constantemente ela simplesmente poderia ter desistido, mas escolheu não deixar que esses problemas a definissem.
Muitos de nós não possuímos problemas como os de Lizzie e nos deixamos abater por situações do dia-a-dia. Em um mundo em que as pessoas se acham no direito de disseminar o ódio e a maldade, precisamos voltar nosso olhar para quem realmente merece. Precisamos nos perguntar “o que nos define” e ao fazer essa análise exaltar as qualidades que existem. Histórias de bullying são famosas por fazerem vítimas e não heróis, mas Lizzie é sim minha heroína!